Eu vi crianças brincado,
Ao lado do meu quintal…
Gritavam, Sorriam, Pulavam
Com um poder genial
Não se preocupavam com Nada!
Não havia lugar para o rancor…
Só sorriam, só Cantavam
Que grande gesto de amor!
Parei, só para ver as Crianças!
Brincando ali tão contentes,
Deram-me tanta espanca,
Enchi-me de Paz, Confiança,
Por ver aquelas Crianças,
Darem Exemplo Plangente…
Crianças! Não odeiam, Não Matam!
Não fingem, são puras, que Lindo!
São Francas, Felizes, Risonhas…
Não levam a Vida Fingindo!
Ao ver aquelas Crianças,
Brincando Tão Descontraídas,
Parei, e comecei a Pensar,
Um pouco na Minha Vida…
Se, aquelas Crianças Tão Puras,
Não Pensam no Mal nem na Dor!
Eu Posso Imita-las um pouco,
Sair Deste meu Sufoco,
E Ter muito mais Amor…
Tirar o Ódio de Mim,
Viver com mais Confiança,
Ser mais Feliz e Cantar, Sim!
Igual Aquelas Crianças!…
