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		<title>Artigos religiosos no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 19:58:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O catolicismo desembarcou no Brasil junto com os portugueses, e apesar de nos declararmos um Estado laico, dados nos mostram que até hoje a grande maioria da população segue a religião fielmente. A Igreja Católica conquista novos adeptos anualmente, muito por conta de tradições familiares mas também dos contatos no dia a dia com diversos ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O catolicismo desembarcou no Brasil junto com os portugueses, e apesar de nos declararmos um Estado laico, dados nos mostram que até hoje a grande maioria da população segue a religião fielmente. A Igreja Católica conquista novos adeptos anualmente, muito por conta de tradições familiares mas também dos contatos no dia a dia com diversos símbolos e imagens que nos remetem a crença em Deus, especialmente por meio dos <a title="Artigos Religiosos" href="http://cruzterrasanta.com.br/produtos-religiosos/">artigos religiosos</a>.</p>
<p>O que nos referimos são a elementos da cultura local que, somados a nossa educação cristã e aos valores nos quais acreditamos em relação à família, ao trabalho e ao amor, dão origem a um sincretismo contagiante que permeia todos os setores da nossa sociedade miscigenada. E isso além de ser um fator positivo por nos fazer sentirmos unidos por um bem maior, para muitas pessoas a religiosidade e a arte são uma forma de vida e de sobrevivência.</p>
<h1>Artesanato religioso e empreendedorismo</h1>
<p>Os artesanatos religiosos produzidos em Juazeiro, no sul do Ceará, por seus mais de 300 artesãos, movimentam mais de 1 milhão de reais por ano e são a principal atração turística do estado depois de suas maravilhosas praias. Essas vendas geram melhorias para a cidade e também para os seus moradores, muitos se tornando independentes de políticas assistencialistas do governo através de suas produções.</p>
<p>O importante é ressaltar que essa economia tem origem na própria história da cidade, que sofreu grande transformação social e política após os ensinamentos de Padre Cícero Romão Batista, famoso Padim Ciço. Após o milagre que ocasionou a beatificação de Maria de Araújo (sua boca sangrava ao receber a comunhão), Juazeiro começou a receber periodicamente diversas peregrinações e visitas de fiéis em busca da benção do Padre e da beata. Enxergou-se aí uma oportunidade de mudar o cenário de miséria que circundava a cidade, através da especialização dos artesãos da região e da conversão desse fluxo de pessoas em efetivas vendas de peças religiosas.</p>
<p>Um outro exemplo semelhante se passa em São José do Ribamar, a 30 km de São Luís do Maranhão. Em 2004, auxiliados pelo projeto de empreendedorismo e artesanato do SEBRAE, 108 artesãos receberam treinamentos de mestres em artesanato e cerâmica, além de cursos de gestão, para conseguirem tornar algo que era praticamente um hobby em uma profissão e uma fonte de renda. Sendo assim, movidos pela fé em São José, padroeiro da cidade, esses maranhenses hoje em dia produzem uma série de peças em cerâmica como santos e outras imagens religiosas, que são catalogadas e divulgadas para o Brasil inteiro, atraindo mais turistas e melhorando as condições de vida dos moradores da cidade.</p>
<h1>Artigos religiosos diferenciados</h1>
<p>Além do artesanato manufaturado, também encontramos artigos religiosos mais luxuosos e duradouros, inclusive em outras categorias como medalhas, pingentes, escapulários e outras jóias. Eles possuem outro processo de produção e recebem o delicado acabamento em ouro, prata, rubis, esmeradas e outras pedras preciosas, o que lhes conferem um outro estilo e possibilidade de uso.</p>
<p>São muito desejados e movimentam também um considerável capital, mas é importante ressaltar que, muitas vezes, as lojas especializadas direcionam parte dos lucros obitidos de suas vendas para instituições filantrópicas de caridade e de ensino como forma de retribuição à sociedade.</p>
<h1>A importância dos artigos religiosos para os brasileiros</h1>
<p>Ambos os tipos são dotados de muita beleza, essa que, segundo a Bíblia, representa a própria beleza divina. Portanto, muitos fiéis acreditam que através de seus artigos podem conversar diretamente com Deus através da oração e/ou do ato de carregá-los consigo. Há também as famosas fitinhas do Senhor do Bonfim e de Nossa Senhora Aparecida, assim como medalhinhas de santos mais populares e outros objetos que nos remetem à crença e ao fato de estar sempre em comunhão com Jesus Cristo.</p>
<p>Os artigos religiosos em geral são, na verdade, formas puras de manifestação da fé e da religiosidade, sendo que cada pessoa se identifica mais fortemente com um ou outro e se sente protegida dentro de sua escolha.</p>
<p>Cabe a todos respeitar as diferenças e saber conviver de forma harmônica com todas as religiões, e reconhecer que cada povo tem sua história e sua maneira de manifestá-la através da cultura.</p>
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		<title>Airsoft: um esporte de armas e de honra</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 22:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criado no Japão na década de 1970, o airsoft é um esporte que hoje já domina a Europa e EUA e vem crescendo ao redor do mundo. Com equipamento e armamento diferenciado, os praticantes desse esporte participam de competições em equipes que simulam movimentações reais de guerra, como fazer a escoltas, conquistar territórios, apreender algum ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Criado no Japão na década de 1970, o <strong>airsoft</strong> é um esporte que hoje já domina a Europa e EUA e vem crescendo ao redor do mundo. Com equipamento e armamento diferenciado, os praticantes desse esporte participam de competições em equipes que simulam movimentações reais de guerra, como fazer a escoltas, conquistar territórios, apreender algum objeto ou até mesmo fazer uma busca em meios rurais e urbanos. Esses times possuem uma estruturação baseada em modelos militares, com regras rígidas, hierarquias e até mesmo se vestindo com a roupa camuflada, tudo em prol do realismo do jogo.</p>
</div>
<div>
<p>O armamento utilizado no <a href="http://www.lojacabanasport.com.br/ecommerce_site/categoria_2259_6287_AIRSOFT"><strong>airsoft</strong></a> são réplicas de armas de fogo reais, com a ponta pintada de vermelho ou laranja, de acordo com a exigência feita pelo Exército Brasileiro na portaria Portaria 002 Co-Log em 2010, feitos de metal ou plástico de alto impacto. Elas podem ser acionadas a um sistema de molas (conhecidas como Springers), por gás comprimido (GGPs) ou ainda por motores elétricos que comprimem esse ar (as mais potentes AEG). Não é necessário nenhum tipo de licenciamento para a prática do esporte, você só precisa ser maior de idade.</p>
<h2>Duelo: &#8220;operações&#8221;</h2>
<p>Os duelos entre essas equipes, chamados de “operações”, são grandes eventos que podem durar até mesmo dias, dependendo da missão, onde os jogadores fazem um pacto de honra de ao serem atingidos por um tiro se autodeclararem mortos e deixarem o campo de batalha. As balas das <a href="http://www.lojacabanasport.com.br/ecommerce_site/categoria_875_6287_PISTOLAS-DE-PRESSAO">armas de pressão</a> são projéteis esféricos com normalmente 6mm, chamadas de BBs, e pesam entre 110 e 600 miligramas, sendo que as mais usadas em jogos são as que pesam entre 2mg e 2,5mg, por apresentarem o equilíbrio necessário entre precisão e distância. Lembre-se, quanto maior o peso da esfera, maior a precisão, porém menor será o alcance e sua arma deverá suportar maiores pressões (esferas mais pesadas são indicadas para atiradores mais experientes).</p>
<h2>Dicas de Airsoft</h2>
<p>Uma dica valiosa é sempre verificar a qualidade das BBs que você utilizará na sua pistola, espingarda ou sub-metralhadora de airsoft. Balas mal feitas, além de não possuírem precisão alguma, podem danificar a sua arma desde um carregador encravado até danos mais sérios que o farão desembolsar muito mais dinheiro. Preste atenção se as esferas estão bem polidas, se não há divisão de hemisférios em sua superfície e também protuberâncias, que são resultados de uma fábricação de má qualidade. Caso presencie algum desses aspectos em suas BBs, não arrisque, pois o barato pode sair mais caro no final.</p>
</div>
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		<title>O efeito do poético na publicidade</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 12:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um belo dia, o vizinho do maior representante da poesia parnasiana brasileira, Olavo Bilac, pediu-lhe se poderia escrever um texto para o jornal anunciando a venda de seu sítio, já que o poeta já tinha o visitado inúmeras vezes. Bilac aceitou a proposta, pegou um pedaço de papel e escreveu o seguinte texto: “Vende-se ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="internal-source-marker_0.13733240208157527" dir="ltr">Em um belo dia, o vizinho do maior representante da poesia parnasiana brasileira, Olavo Bilac, pediu-lhe se poderia escrever um texto para o jornal anunciando a venda de seu sítio, já que o poeta já tinha o visitado inúmeras vezes. Bilac aceitou a proposta, pegou um pedaço de papel e escreveu o seguinte texto: “Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda.”</p>
<p>Meses depois, ao encontrar com o vizinho, o poeta lhe perguntou se havia conseguido vender o tal sítio, mas para sua surpresa, o homem retrucou: “Nem penso mais nisso, quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.”</p>
<p>Cada meio possui uma linguagem específica, como a televisão, o rádio e a internet. Mas podemos notar uma certa similaridade no uso de expressões emotivas, conotações, discursos persuasivos, entre outros. Não é coincidência! A subjetividade e o caráter informativo desses textos são a mais pura forma de manifestação da poesia na comunicação midiática.</p>
<p>Assim como Olavo Bilac, muitos poetas do início do século XX ganharam a vida fazendo freelancers em redação publicitária, e consequentemente ajudaram a criar esse tipo de linguagem nos meios de comunicação brasileiros, definindo-a como poética tanto no caráter estético como no filosófico do poema em si. O primeiro no sentido do discurso dinâmico e menos linear, o uso de figuras de linguagem e de arquétipos que possam representar a sociedade como um todo, e o segundo abordando a parte da irreverência, da narrativa lúdica e leve.</p>
<p>O interessante é ressaltar que essas características são vigentes até hoje, onde a publicidade transita entre a poesia tradicional, versificada e com rimas e a poesia moderna, em versos livres e brancos. Muitas vezes os publicitários também abusam do concretismo, fazendo um grande jogo entre tipografia e imagem, o que pode gerar desde uma marcante identidade visual até uma campanha calcada em anúncios all-type.</p>
<p>E isso traz diversas vantagens como, por exemplo, a polissemia de sentidos das conotações gerando uma interatividade entre o receptor e a mensagem, fugindo dos slogans simplesmente imperativos e possibilitando uma melhor memorização. O apelo emocional também acaba agregando valor à marca, e pode fazê-la se destacar em meio ao seus concorrentes que estampam os famosos “Compre agora”, “É só até amanhã”, ou faça isso e aquilo.</p>
<p>Entretanto, vale a pena se atentar a adequação das mensagens também, pois tendo em vista essa abertura para interpretações em muitos sentidos, os publicitários devem se dedicar a fazer algo que seja poético e ao mesmo tempo claro e objetivo. É quase que uma contradição, o que faz com que o efeito de campanhas bem estruturadas com essas premissas seja tão surpreendente.</p>
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		<title>O delírio, meu!, da palavra</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 15:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No descomeço era o verbo. Só depois é que veio o delírio do verbo. O delírio do verbo estava no começo, lá, Onde a criança diz: eu escuto a cor dos passarinhos. A criança não sabe que o verbo escutar não Funciona para cor, mas para som. Então se a criança muda a função de ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No descomeço era o verbo.<br />
Só depois é que veio o delírio do verbo.<br />
O delírio do verbo estava no começo, lá, Onde a criança diz:<br />
eu escuto a cor dos passarinhos.<br />
A criança não sabe que o verbo escutar não<br />
Funciona para cor, mas para som.<br />
Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira.<br />
E pois.<br />
Em poesia que é voz de poeta,<br />
que é a voz<br />
De fazer nascimentos -<br />
O verbo tem que pegar delírio.</p>
<p>(Manoel de Barros)</p>
<p>A poesia é um dos principais instrumentos revolucionários, porque só ela é capaz de fazer ver além de nossas ideologias, da opressão que sofremos pelas classes dominantes, da ideologia que nos é importa pela televisão e tantos outros instrumentos de dominação. A poesia, ao contrário, é libertadora de todas essas marras da sociedade, porque a poesia não é automática ao contrário do trabalho alienado de um operário. A poesia é artesanato.</p>
<p>É preciso reconstruir  a palavra, modificar os seus conceitos antigos por conceitos novos, cansamos de compreender o mundo, é hora de transformá-lo. As palavras antigas estão cheias de preconceitos antigos, de opressão-omissão, de louvação das classes superiores. A palavra antiga foi feita para uma classe &#8211; aristocrática &#8211; antiga, com interesses antigos. Nós somos a favor, como Rimbaud, da nova linguagem, da nova forma, do novo conteúdo &#8211; pois conteúdo é forma!</p>
<p>Acreditamos que todas as crianças são gênios, dotados de poder criador, mas a repressão &#8211; pelas normas de conduta da sociedade &#8211; faz a criança recalcar seu poder criador, transformando-o numa terrível neurose. A leitura de poesia &#8211; de poesia revolucionária &#8211; é capaz, somente ela, de perverter as crenças dotadas de falso moralismo e transformar a opressão em liberdade.</p>
<p>Vamos viajar na nave da palavra em busca de pensamentos inauditos.</p>
<p>Viva o delírio da palavra! Viva Grupo Rumo! Viva Rimbaud!</p>
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